Joaquim Brigas defende em manifesto que é a qualidade do ensino e da investigação produzida ao longo de muitos anos, reconhecida pela avaliação independente da A3ES, que sustenta o novo estatuto universitário. Garante que a nova universidade assume a missão de “produzir conhecimento, desenvolver investigação, apoiar a inovação das empresas, colaborar com os municípios e qualificar profissionais”.
Nasce a Universidade Politécnica da Guarda, assente numa trajetória de excelência reconhecida pela A3ES e preparada para iniciar uma nova etapa com três doutoramentos, investigação internacional e uma missão reforçada de desenvolvimento territorial. É esta a mensagem do manifesto assinado por Joaquim Brigas, presidente da Instituto Politécnico da Guarda até 31 de julho e agora reitor da instituição criada a 1 de Agosto, fruto do novo Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (RJIES). Segundo o seu manifesto, a “qualidade, a investigação, a inovação e o reconhecimento científico” tem raízes: “A lei não criou esta realidade. Reconheceu um percurso de excelência construído ao longo de décadas”. (ver Manifesto em anexo)
O novo reitor sustenta que a Universidade Politécnica da Guarda inicia esta nova etapa preparada para assumir plenamente a responsabilidade do seu novo estatuto. “Já neste ano letivo oferecerá três programas de doutoramento, integra a Universidade Europeia UNITA, participa em projetos internacionais de investigação e trabalha diariamente com empresas, municípios e instituições da região”, detalha Joaquim Brigas, sublinhando que a avaliação independente da Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES) confirmou que a instituição reunia os mais elevados padrões de qualidade.
“Uma universidade não existe apenas para ensinar”, afirma o reitor da Universidade Politécnica da Guarda. “Existe para produzir conhecimento, desenvolver investigação, apoiar a inovação das empresas, colaborar com os municípios, qualificar profissionais ao longo da vida e ajudar a resolver os desafios da sociedade”.
Argumentando que, num território que enfrenta desafios demográficos particularmente exigentes, uma universidade tem uma missão que vai muito além do ensino, Joaquim Brigas defende que esta terá de “atrair talento”, “apoiar a inovação”, “criar emprego qualificado” e “ajudar a fixar pessoas”, uma vez que o desenvolvimento deixou de depender apenas daquilo que um território possui.
O território depende, “sobretudo, daquilo que é capaz de criar”, escreve o reitor. “As regiões que produzem conhecimento atraem talento. As regiões que atraem talento inovam. E as regiões que inovam criam riqueza, oportunidades e melhor qualidade de vida”.
Joaquim Brigas conclui que uma universidade é hoje uma das mais importantes infraestruturas estratégicas de um território. E garante que esta “é a missão que a Universidade Politécnica da Guarda assume”.