“A UPG aposta na proteção da inovação e na valorização da investigação científica, assumindo-as como instrumentos estratégicos para transformar conhecimento em valor, promover a transferência de tecnologia e aproximar a academia do tecido empresarial”, afirma o reitor, Joaquim Brigas. A UPG tem em curso uma pós-graduação executiva em parceria com a Inventa, consultora especializada em registo de marcas e patentes.
A Universidade Politécnica da Guarda – UPG apresentou três pedidos de patentes desenvolvidas por investigadores seus nos âmbitos digital e da saúde. Entre junho e julho, foram enviados para o Instituto Nacional da Propriedade Industrial dois pedidos de patentes nacionais para um “sistema de fabrico digital” e um “sistema de impressão aditivo” e, também, um pedido de patente internacional para um “dispositivo integrado para infusão de sangue”.
Os três pedidos foram formalizados poucos meses depois de a UPG ter lançado, em março, uma Formação Executiva em Inovação e Propriedade Intelectual para capacitar investigadores, quadros de empresas e associações empresariais e técnicos de autarquias a garantirem os direitos de marcas, domínios, produtos ou design industrial. Esta formação incide sobre a gestão de processo de inovação de forma integrada, sustentável e orientada para resultados concretos.
“Estas três patentes são um marco na afirmação da UPG como uma universidade politécnica de referência, comprometida com uma missão que une o ensino, a investigação aplicada e a proximidade às comunidades e ao tecido empresarial que servimos”, afirma Joaquim Brigas, reitor da Universidade Politécnica da Guarda. “É este o papel que uma instituição de ensino superior deve desempenhar: gerar conhecimento e garantir que esse conhecimento se transforma em valor concreto para a região e para o país.”