- Lucília Galha, da Sábado, conquista 1.º Prémio com o trabalho “Os novos avanços contra o cancro”; Paula Rebelo, da RTP, distinguida com 2.º Prémio pela reportagem “Medicina de Precisão – Armas Personalizadas para a Sobrevivência”.
- Iniciativa promovida pela Liga Portuguesa Contra o Cancro com o apoio da AstraZeneca atribui um total de 20.000 euros.
A Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC) anunciou hoje, no Clube de Jornalistas, em Lisboa, os vencedores da edição de 2025 do Prémio de Jornalismo LPCC/AstraZeneca, que distingue com 20.000 euros trabalhos de excelência na área da Oncologia e valoriza o papel dos jornalistas na informação e sensibilização da sociedade para o cancro.
O Primeiro Prémio foi entregue a Lucília Galha, pelo trabalho “Os novos avanços contra o cancro”, publicado a 5 de junho de 2025 na revista Sábado. O artigo apresenta algumas das mais recentes inovações no tratamento do cancro, como a imunoterapia e as células CAR-T. Através de histórias concretas, o trabalho evidencia o impacto que a investigação e a inovação podem ter na vida das dos doentes oncológicos e das suas famílias.
O Segundo Prémio foi atribuído a Paula Rebelo, jornalista da RTP, pela reportagem “Medicina de Precisão – Armas Personalizadas para a Sobrevivência”, realizada com a repórter de imagem Soraia Maia e exibida a 13 de julho de 2025. A reportagem dá a conhecer o trabalho desenvolvido na área da Medicina de Precisão no IPO do Porto e mostra como esta abordagem pode permitir encontrar novas opções terapêuticas para doentes nos quais os tratamentos convencionais deixaram de resultar, destacando também a importância da humanização dos cuidados.
“Estes trabalhos demonstram como a inovação científica pode mudar vidas, mas também a importância de saber contar essas mudanças através das histórias das pessoas. Todos os trabalhos apresentados nesta edição deram um contributo relevante para uma informação mais rigorosa, esclarecedora e humana sobre o cancro, reforçando o papel essencial do jornalismo na aproximação entre a ciência, os doentes e a sociedade”, destaca Vítor Veloso, Presidente da Liga Portuguesa Contra o Cancro.
Os 12 trabalhos a concurso foram avaliados com base na sua relevância e impacto para o público, qualidade e rigor da informação, respeito pelos princípios éticos do jornalismo, originalidade da abordagem, nível de investigação e clareza da linguagem. Foram ainda valorizados o rigor científico e a pertinência dos conteúdos na área da Oncologia.
O júri desta edição foi presidido por Marçal Grilo, antigo Ministro da Educação, e integrou Pedro Pita Barros, Professor de Economia da Nova School of Business and Economics da Universidade Nova de Lisboa, Maria do Céu Machado, Professora Catedrática da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, António Granado, Professor Associado e Cocoordenador do Mestrado em Comunicação de Ciência da Universidade Nova de Lisboa, e Dulce Neto, Jornalista e Editora Executiva do Observador.
Promovido pela LPCC em parceria com a AstraZeneca, o Prémio de Jornalismo pretende reconhecer o contributo dos jornalistas e dos órgãos de comunicação social para uma informação rigorosa, esclarecedora e humanizada sobre o cancro. A iniciativa valoriza trabalhos que contribuam para aumentar o conhecimento sobre a prevenção, o diagnóstico, o tratamento, a investigação e as diferentes dimensões da vida com doença oncológica.