Equipas especializadas estão no terreno em Algueirão-Mem Martins, Pontinha, Lisboa, Oeiras e Almada, contactando residentes adultos porta a porta.

Com o objetivo de compreender quantas pessoas vivem com doença renal crónica (DRC) em Portugal, onde se encontram e quais são as suas principais características clínicas e sociodemográficas, o estudo de prevalência nacional integrado no Projeto HÉRCULES está, durante a semana de 20 de julho, a decorrer em várias regiões do país.

As equipas encontram-se a contactar residentes em Algueirão-Mem Martins, Pontinha, Lisboa (nas zonas da Estrela, Campo de Ourique, Carnide, Telheiras e Lumiar), Oeiras e Almada.

Nos próximos dias, equipas qualificadas de uma empresa global de referência na realização de estudos epidemiológicos  – a IQVIA – estarão a percorrer estas cidades porta a porta, convidando residentes adultos a participar. A seleção é aleatória, pelo que qualquer pessoa poderá ser contactada. A participação é voluntária e simples, e decorre em três etapas: um questionário no domicílio, que consiste numa breve conversa sobre saúde geral, hábitos de vida, fatores de risco conhecidos e antecedentes médicos; a visita a um laboratório, agendada após o questionário, que inclui a realização de análises simples e avaliação de peso, altura e cintura, e a eventual confirmação dos resultados das análises, que, caso haja resultados alterados na primeira avaliação, requer repetição dos testes ao fim de pelo menos três meses.

Apesar de se estimar que a DRC afete até 10% da população adulta, Portugal não dispõe de dados nacionais recentes e abrangentes sobre a real dimensão do problema. Esta lacuna dificulta o planeamento de estratégias eficazes de prevenção, diagnóstico precoce e tratamento

O estudo, um projeto da Boehringer Ingelheim, com apoio da Sociedade Portuguesa de Nefrologia (SPN) e da Associação Portuguesa de Insuficientes Renais (APIR), visa colmatar esta falta de informação e irá incluir cerca de 3.000 participantes, representativa em todo o território continental, Açores e Madeira, para identificar corretamente casos já diagnosticados e as pessoas que possam estar a viver com a doença sem o saber.

Se for contactado por uma equipa do estudo, a sua participação pode fazer a diferença para uma melhor compreensão e resposta a uma das doenças crónicas mais prevalentes e menos conhecidas em Portugal.

Para mais informação sobre este estudo, consultar:

https://www.boehringer-ingelheim.com/pt/sobre-nos/projecto-hercules